blog do biologo

15/03/2004 00:51
O melhor período para ingerir proteína

O objectivo primário de um programa de musculação é romper tecido muscular de modo que se possa reconstruir de uma forma fortalecida. Exercício, descanso, nutrição e a utilização de gordura, hidratos de carbono e proteína são variáveis cruciais se o desenvolvimento do tamanho muscular é o nosso objectivo. De facto, são principalmente o descanso e uma nutrição especialmente apropriada que ajudam a reconstruir o tecido muscular danificado, o que permite que um culturista possa suportar cargas de intensidade progressivamente maiores.
Culturistas mais sérios chegaram à conclusão que a nutrição, mais do que o treino, é o factor prioritário para o crescimento. O meio mais eficiente de utilizar as quantidades adequadas de nutrientes para uma utilização optimizada é dividindo a ingestão calórica ao longo de 6 refeições, espaçadas aproximadamente em cada 2,5 a 3 horas. Durante décadas, este método foi a base da maioria dos programas de culturistas mais sérios. Se o teu músculo não cresce, provavelmente o teu consumo de calorias é reduzido ou então estás a comer com pouca frequência. Se é esse o teu caso, o melhor é continuares a ler este artigo!

O melhor período

Se desejas maximizar o teu potencial metabólico para o crescimento, reduz o excesso de treino e previne-te das lesões. É tempo de aprender algo mais acerca do melhor período para ingerir proteínas. Este reíodo passa-se após o treino ou antes do descanso, durante o qual uma quantidade específica de proteína pode ser digerida e utilizada mais eficientemente. O objectivo ou o uso deste período varia dependendo de que período estamos a falar: a proteína é ingerida tanto para prevenir a catabolização da massa muscular seca, como para reconstruir tecido e volumizá-lo.

Um dos períodos masi significantes do dia é o que se segue ao treino. Muitos nutricionistas dizem que é imperativo ingerir hidratos de carbono nos primeiros 45 min após cada treino, de modo a estimular uma libertação elevada de insulina (isto é crucial, visto que a insulina vai estabilizar os níveis de acúcar no sangue). Este período poderá ser ainda mais importante do que as autoridades na matéria sugerem, porque pode estabelecer reservas de proteína para o anabolismo, o que induz ao crescimento muscular.

Enquanto que o corpo poderá ser razoavelmente tolerante no que diz respeito à sensibilidade à insulina, não tem contemplações no que diz respeito às necessidades proteicas. Após uma hora e meia de treino, o tecido muscular e os seus componentes amino-àcidos foram rompidos e necessitam agora de absorver nutrientes para a reparação e crescimento desses tecidos. Os músculos acabaram de passar por um intenso período de expansão e contracção, acompanhados por um elevado fluxo de oxigénio nos tecidos funcionais. Esse tecido muscular necessita agora de uma imediata assistência nutricional de modo a prevenir síndromas catabólicos e a manter um balanço de reparação.

Se tu ingerires quantidades apropriadas de proteína ao longo do dia, as possibilidades de ficares bem após um treino serão maiores, assumindo que cada refeição foi feita dentro do seu período de tempo correcto. No entanto, se és daqueles culturistas que só ingerem proteína e calorias suficientes para manter a sua massamuscular seca - quando o objectivo é aumentar a massa seca - a deficiência torna-se um ponto crítico e o período pós-treino torna-se uma oportunidade extremamente crucial para a ingestão de proteína.

Ingerir proteína antes das 2 horas após o treino - ou mais cedo, se for possível - permite que se estabilize um estado anabólico pela entrega de amino-àcidos essenciais e nutrientes aos músculos para reparação de tecidos. Providenciando proteína deste modo, vai permitir que o corpo se preocupe mais com a performance do que com a "sobrevivência". Este período para a ingestão de proteína nunca pode ser falhado, se o teu objectivo principal é a musculação e o crescimento muscular.

Musculação durante o sono

Em conjunto com o período após o treino, outro período importante para a ingestão de proteína passa-se durante o nosso sono, enquanto o corpo esta em repouso. Muitos culturistas consomem proteína consistentemente ao longo do dia, mas sofrem geralmente de deficiências proteicas durante a noite. Estudos recentes indicam que os padrões de alimentação à noite viram-se para hidratos de carbono complexos e simples, tais como massas e fruta. Os hidratos de carbono não são necessáriamente más escolhas, mas aumentá-los ao fim do dia talvez seja uma má escolha. Na musculação a nutrição e o "timing" são tudo.

No objectivo de arrancar o nosso sistema metabólico, é melhor começar o dia com quantidades substanciais de hidratos de carbono combinadas comquantidades moderadas de proteína. Conforme o dia progride, a dieta deverá geralmente incluir uma redução de hidratos de carbono e um aumento de proteínas e fibras vegetais durante as refeições da tarde e da noite.

Testes metabólicos concluiram que a melhor altura para a reparação dos tecidos é à noite, durante o sono. os meios metabólicos distribuem mais eficientemente a proteína pelos tecidos durante o sono do que durante qualquer outra hora do dia. Se a ingestão de hidratos de carbono for reduzida entes de dormir, o corpo entrará num estado suave de hipoglicemia durante o sono, criando uma elevada resposta de utilização metabólica de gordura durante a libertação da hormona de crescimento e outros químicos e enzimas. Esta resposta é especialmente melhorada se houver actividade cardiovascular á noite.

Durante o sono, o corpo tem o potencial de poder utilizar quantidades extremas de gordura e libertar uma abundância de fluidos sub-cutâneos. Esta resposta durante o sono, tal como se relaciona com os níveis de cortisol e aldoesterona, pode criar uma plataforma a partir da qual o corpo pode utilizar mais eficientemente a proteína que foi ingerida ao longo do dia, particularmente a proteína consumida ao fim do dia. Baseando-se nesta informação, faz sentido ingerir uma quantidade significante de proteína á noite, imediatamente antes de dormir, em parte como uma resposta aos "travões" metabólicos, tais como aldoesterona e cortisol, e aos síndromas catabólicos.

Alguns treinadores, quando dão conselhos nutricionais a atletas geralmente tomam conhecimento do padrão típico de sono de modo a descobrirem quando é que se dá o sono com rápido movimento dos olhos (REM), uma resposta física que indica o começo de um sonho em sono profundo. Se for descoberto que um determinado atleta atinge o sono REM a uma hora em particular - 2 da manhã, por exemplo - é-lhe sugerido que se levante 15 minutos depois dessa hora para comer uma refeição de proteínas - algo que possa ser rápidamente ingerido (cápsulas de amino-àcidos, por exemplo) de modo a não interromper o sono durante muito tempo. Através desta técnica melhora-se a utilização metabólica da proteína para aumentar a recuperação de tecidos e o crescimento muscular.

Tal como foi dito antes, compreender o uso apropriado e a função dos períodos em que se deve ingerir proteína pode marcar a diferença entre um contínuo desenvolvimento muscular anabólico ou um síndroma catabólico. Treinar em excesso também é vulgarmente confundido com passar muitas horas no ginásio. Actualmente, esta paragem metabólica pode indicar uma nutrição imprópria. Atletas com excesso de treino reduzem a capacidade de reparação e desenvolvimento do tecido muscular, aumentam a probabilidade de virem a contrair lesões e diminuem a confiança necessária para manter um elevado nível de performance. Há que lembrar sempre que, para um programa de treino com sucesso, é necessário que carregues bem o corpo: treina e come inteligentemente. Maximiza o metabolismo individual do teu corpo ao seu potencial máximo. Atenção ao regime diário de proteína e hidratos de carbono. Não deixes o teu estilo de vida comprometer os teus padrões de alimentação. Ingere a comida como se fosse a gasolina usada num fórmula 1: come o suficiente para acabares a corrida e utiliza apenas gasolina de primeira nas quantidades correctas para melhorar a tua máquina muscular metabólica. A tua dieta deve ser consistente com os teus padrões de treino e com os teus objectivos físicos. Mantém um diário para registares o teu consumo de comida e para descobrires qual o sistema nutricional que funciona melhor em ti. E é importante não esquecer o melhor período para tomar proteínas...

Fonte: http://alfa.ist.utl.pt/~l42992/cybergym/nutricao/proteina.html
enviada por alexbiologo



15/03/2004 00:47

Contra-hiv
Pílula do dia seguinte pode evitar contágio. Saiba o que é e em qual situação usá-la

por Bruno Molinari

Imagine a seguinte situação, você sai com um cara que não conhece, transam e depois de gozar descobrem que a camisinha furou!

É para ficar preocupado, bem preocupado. E com razão.

Afinal fala-se tanto de transar sem camisinha, dos riscos etc, e a gente sempre está meio perdido neste assunto.
O jeito é ficar desesperado, e ficar fazendo exames e promessas por pelo menos seis meses?

Na verdade não.

Por exemplo, se um médico, ou enfermeiro ou dentista se machuca com uma agulha ou bisturi de um soropositivo, o risco é muito maior do que o do sexo, e aí a lei diz que ele deve procurar com urgência um serviço de saúde de infectologia, ou Posto de Saúde, e utilizar uma ou mais medicações do coquetel para prevenir a contaminação.

Isto é chamado de PROFILAXIA PÓS EXPOSIÇÃO.
Então se a coisa é assim, porque ninguém avisou a gente disso ainda.
Na verdade uma pessoa que esteve sob risco de contágio, pode e deve procurar um serviço médico com urgência, isso quer dizer URGÊNCIA MESMO, 24 horas no máximo.

· Por isso se você esteve sob este risco, se teve um acidente , ou marcou bobeira numa noite mais animada, procure um infectologista ou Posto de Saúde, e se o médico disser que não tem nada a fazer não desista e vá atrás, que isso pode significar a diferença entre se contaminar ou não.

É o que podemos chamar de A PÍLULA DO DIA SEGUINTE PARA SITUAÇÕES DE RISCO.

A Pílula do Dia Seguinte é mais indicada para os passivos ou mulheres que transaram sem camisinha.


E aqui temos que lembrar de duas coisas.

Nada substitui a camisinha na prevenção de aids e dsts.. Muito menos a Pílula do dia Seguinte.
É uma coisa que deve ser usada em casos extremos.

Resumindo a PÍLULA DO DIA SEGUINTE PODE AJUDAR , MAS NÃO TEM UMA EFICÁCIA COMPROVADA.
É benéfica mas não tem eficácia absoluta.

Maiores informações: http://www.aids.gov.br



enviada por alexbiologo



15/03/2004 00:41

PESSOAL OLHA SÓ O QUE EU GANHEI DE NIVER!
EU ADOREI, DESC. NÃO TER POSTADO ANTES, MAIS DIVIRTAM-SE ASSIM COMO EU RSRSRSRRSRSRSRRS
ABRAÇOS A TODOS!
enviada por alexbiologo



15/03/2004 00:33
:: Casal de pinguins gays tem filhote em Zoo de Nova York

Roy e Silo são dois pinguins machos que formam um casal e são uma das grandes atrações do zoológico do central Park em Nova York. Há seis anos eles estão juntos em uma relação monogâmica e fazem muito sexo.

Os veterinários já tentaram oferecer fêmeas aos dois, mas eles as recusaram.

Na falta da possibilidade de um ovo para procriarem os dois colocaram uma pedra e ambos a estão chocando. Os veterinários decidiram lhes dar um ovo para ser chocado e após 34 dias, nasceu Tango, uma filhote que está sendo cuidado com todo carinho pelo casal.


enviada por alexbiologo



07/03/2004 06:55
PLANTANDO AMIGOS




A ciência diz:

Boas sementes, solo fértil e luz solar, geram bons frutos.
Tentei provar o contrário.
Achei uns internautas por aí (vocês ).
Plantei-os em qualquer lugar (meu coração ).

Fiz uma mistura com restos de sentimentos que estavam por aí...
Um pouquinho de carinho, uns dois dedinhos de dedicação, algumas risadas.
Ah!!! Saudade, havia bastante.
Coloquei também um pouco de compreensão.
Achei que um pouquinho de bate papo, cairia muito bem.

Chacoalhei tudo e reguei com uma freqüência bastante regular
(tenho que confessar).





E minha plantinha cresceu.
Cresceu e amadureceu.
Suas raízes se emaranharam em meu coração.




CONCLUSÃO:

Plantei boas sementes e colhi amigos.
Os melhores que já tive:

VOCÊS!


enviada por alexbiologo



07/03/2004 06:48
LEI Nº 10.948, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2001
(Projeto de lei nº 667/2000, do deputado Renato Simões - PT)
Dispõe sobre as penalidades a serem aplicadas à prática de discriminação em razão de orientação sexual e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:
Artigo 1º - Será punida, nos termos desta lei, toda manifestação atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual, bissexual ou transgênero.
Artigo 2º - Consideram-se atos atentatórios e discriminatórios dos direitos individuais e coletivos dos cidadãos homossexuais, bissexuais ou transgêneros, para os efeitos desta lei:
I - praticar qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica;
II - proibir o ingresso ou permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público;
III - praticar atendimento selecionado que não esteja devidamente determinado em lei;
IV - preterir, sobretaxar ou impedir a hospedagem em hotéis, motéis, pensões ou similares;
V - preterir, sobretaxar ou impedir a locação, compra, aquisição, arrendamento ou empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade;
VI - praticar o empregador, ou seu preposto, atos de demissão direta ou indireta, em função da orientação sexual do empregado;
VII - inibir ou proibir a admissão ou o acesso profissional em qualquer estabelecimento público ou privado em função da orientação sexual do profissional;
VIII - proibir a livre expressão e manifestação de afetividade, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos.
Artigo 3º - São passíveis de punição o cidadão, inclusive os detentores de função pública, civil ou militar, e toda organização social ou empresa, com ou sem fins lucrativos, de caráter privado ou público, instaladas neste Estado, que intentarem contra o que dispõe esta lei.
Artigo 4º - A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta lei será apurada em processo administrativo, que terá início mediante:
I - reclamação do ofendido;
II - ato ou ofício de autoridade competente;
III - comunicado de organizações não-governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.
Artigo 5º - O cidadão homossexual, bissexual ou transgênero que for vítima dos atos discriminatórios poderá apresentar sua denúncia pessoalmente ou por carta, telegrama, telex, via Internet ou fac-símile ao órgão estadual competente e/ou a organizações não-governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.
§ 1º - A denúncia deverá ser fundamentada por meio da descrição do fato ou ato discriminatório, seguida da identificação de quem faz a denúncia, garantindo-se, na forma da lei, o sigilo do denunciante.
§ 2º - Recebida a denúncia, competirá à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania promover a instauração do processo administrativo devido para apuração e imposição das penalidades cabíveis.
Artigo 6º - As penalidades aplicáveis aos que praticarem atos de discriminação ou qualquer outro ato atentatório aos direitos e garantias fundamentais da pessoa humana serão as seguintes:
I - advertência;
II - multa de 1000 (um mil) UFESPs - Unidades Fiscais do Estado de São Paulo;
III - multa de 3000 (três mil) UFESPs - Unidades Fiscais do Estado de São Paulo, em caso de reincidência;
IV - suspensão da licença estadual para funcionamento por 30 (trinta) dias;
V - cassação da licença estadual para funcionamento.
§ 1º - As penas mencionadas nos incisos II a V deste artigo não se aplicam aos órgãos e empresas públicas, cujos responsáveis serão punidos na forma do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado - Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968.
§ 2º - Os valores das multas poderão ser elevados em até 10 (dez) vezes quando for verificado que, em razão do porte do estabelecimento, resultarão inócuas.
§ 3º - Quando for imposta a pena prevista no inciso V supra, deverá ser comunicada a autoridade responsável pela emissão da licença, que providenciará a sua cassação, comunicando-se, igualmente, a autoridade municipal para eventuais providências no âmbito de sua competência.
Artigo 7º - Aos servidores públicos que, no exercício de suas funções e/ou em repartição pública, por ação ou omissão, deixarem de cumprir os dispositivos da presentelei, serão aplicadas as penalidades cabíveis nos termos do Estatuto dos Funcionários Públicos.
Artigo 8º - O Poder Público disponibilizará cópias desta lei para que sejam afixadas nos estabelecimentos e em locais de fácil leitura pelo público em geral.
Artigo 9º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 5 de novembro de 2001
GERALDO ALCKMIN
Edson Luiz Vismona - Secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania
João Caramez - Secretário-Chefe da Casa Civil
Antonio Angarita - Secretário do Governo e Gestão Estratégica
Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa
enviada por alexbiologo



07/03/2004 06:46
Casal de namorados sofre discriminação em bar paulistano (27/2/2004)

A Lei 10.948, que proíbe discriminação por orientação sexual no Estado de São Paulo, está em vigor há mais de dois anos e parece que pouca gente acredita que ela funcione mesmo, como o gerente do bar paulistano Opção (!), ao lado do MASP, e até mesmo os responsáveis por fazê-la ser cumprida em primeira instância: a policia.

Um caso insólito, ocorrido com um casal de namorados na noite da última quarta-feira dia 18, ilustra bem o fato. Segundo Vítor M., uma das vítimas, ele e seu namorado Bruno estavam no bar Opção com um grupo de amigos quando foram abordados por um segurança da casa, que pediu para que se retirassem. O motivo? “Porque eu estava abraçado com meu namorado, assim como minha amiga estava abraçada com o namorado dela...”, declara Vitor.

Inconformados, chamaram o gerente, mas este só ratificou o que o segurança já tinha argumentado, que ali não era um lugar próprio para "aquele tipo de pessoa", não era um “lugar de gays”.

O casal e o grupo de amigos então resolveram deixar o local e se dirigiram ao Posto Policial na esquina da Avenida Paulista com a Rua Augusta, em busca de “algum apoio policial”. Mas no local, Vitor relata que foram atendidos pelo Sargento Custódio, da Polícia Militar, que lhes disse que “a atitude do gerente era normal” e que eles deviam ir aos bares da Rua da Consolação (point gay paulistano) em lugar de outros... E, ainda, teria os desencorajado a procurar uma delegacia de polícia, pois “não tinham razão”!

Ignorando o “conselho” do policial, se dirigiram à 4ª Delegacia de Polícia, onde foram atendidos pela Delegada Gisele B. Tobias, fizeram o BO (Boletim de Ocorrência nº 1222/2004) e foram aconselhados pela delegada a procurar seus direitos.

O caso caminhou de tal forma que agora só restou ao casal procurar grupos ativistas de direitos homossexuais em busca de apoio. O Coletivo de Feministas Lésbicas, o Instituto Edson Néris e Grupo Identidade de Campinas já estudam que ações de repúdio tomar.

Mas o caso deixa um outro alerta: não basta existir, tem de ser conhecida, e não basta conhecer, todos têm de saber que a Lei 10.948 funciona! O G ONLINE vai acompanhar...


enviada por alexbiologo



07/03/2004 05:49




EUVOLTEI OBAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
enviada por alexbiologo



03/02/2004 01:55


Não apresse a chuva, ela tem seu tempo certo de cair e saciar a sede da terra...

Não apresse o por do sol, ele tem seu tempo de anunciar o anoitecer até seu último raio de luz...

Não apresse a tua alegria, ela tem seu tempo certo para aprender com a tua tristeza...

Não apresse o teu silêncio, ele tem seu tempo de paz após o barulho cessar...

Não apresse o teu amor, ele tem seu tempo de semear mesmo nos solos áridos do teu coração...

Não apresse a tua raiva, ela tem seu tempo para diluir-se nas águas mansas da tua consciência...

Não apresse o outro, ele tem seu tempo certo para florescer aos olhos do Criador...

Não apresses a ti mesmo, pois precisas de tempo para sentir tua própria evolução...

Não apresses o rio, ele corre sozinho e sabe vencer os obstáculos que lhe aparecem pela frente ora com sua suavidade ou com sua força, depende da ocasião... Aprenda com ele!!!



enviada por alexbiologo



03/02/2004 01:49
Amigo


A flor-de-lótus é aquela que tem as raízes na lama
mas mantém suas pétalas impecavelmente brancas.
Ela precisa dos nutrientes que estão na
lama para florescer.
Isto é desapego, estar perto do que você mais deseja
estar livre e usar isso para fazer você crescer.
Aquela pessoa, que agora está perto de nós,
é talvez o melhor professor que poderíamos ter, se
fossemos capazes de ver o nutriente na sua presença.

Om Shanti

enviada por alexbiologo



03/02/2004 01:43
BIOLOGIA
Gays pela natureza

Bióloga americana transexual afirma que o homossexualismo é comum no reino animal

ALEXANDRE MANSUR


Linda A. Cicero/Stanford News Service

A bióloga Joan Roughgarden é uma das mais polêmicas cientistas da Universidade de Stanford, em San Francisco, nos Estados Unidos. Tanto por suas pesquisas quanto por sua vida pessoal. Ela nasceu homem, com o nome de Jonathan. Em 1997, durante a parada gay nas ruas da cidade, decidiu ajustar o corpo à imagem que tinha de si mesma. No ano seguinte, fez uma operação para se transformar em mulher. Joan afirma que homossexuais e transexuais são abundantes em várias espécies de vertebrados. Para ela, ao menos no reino animal, a relação entre macho e fêmea está longe de ser o padrão. Em seu livro Arco-Íris Evolutivo: Diversidade, Gênero e Sexualidade na Natureza e nas Pessoas, que sairá em março nos EUA, argumenta que gays, lésbicas e transexuais são tão antigos quanto a humanidade. Em entrevista a ÉPOCA, Joan Roughgarden explica a teoria e conta a própria experiência.

ÉPOCA - Existe uma origem genética para o homossexualismo?
Joan Roughgarden - Há pesquisas que apontam origens genéticas da orientação sexual. Pretendem explicar por que os transexuais nascem com corpo de homem e cabeça de mulher. Esses estudos, no entanto, são muito preliminares. As pessoas acham que vão encontrar no DNAa chave para todas as características fixas dos indivíduos. Mas nosso sotaque, por exemplo, só é desenvolvido depois do nascimento e, uma vez adquirido, não muda nunca mais. A opção sexual é parecida. Provavelmente é o produto da interação entre a genética e o ambiente onde se cresce. Além disso, não faz sentido que um grupo de genes diferentes aja em bloco para determinar uma mente totalmente masculina ou feminina. Não é um sistema binário. A divisão entre machos e fêmeas não explica a diversidade sexual do reino animal.

ÉPOCA - Há mais de dois sexos?
Joan - Há apenas dois tipos de gameta - os óvulos e os espermatozóides -, mas um arco-íris de relações sexuais entre as espécies animais. Se você mergulhar em um recife de corais, um terço dos peixes ali já trocou de sexo ao longo da vida. Produzir sempre o mesmo gameta sexual não é uma característica universal. Também pode haver mais de um tipo de macho ou de fêmea.

''Politicamente, faço parte da comunidade homossexual. Milito com eles. Mas nunca fui gay. Depois da operação, tive de me acostumar a ser uma típica heterossexual. Agora, sou uma mulher comum. Às vezes, isso parece aborrecidamente convencional.''

ÉPOCA - Quais são os tipos?
Joan - O peixe-bola de guelra azul, uma espécie comum na costa atlântica dos EUA e do Canadá, tem três tipos de macho, por exemplo. Cada um deles apresenta um comportamento sexual específico. Ao contrário dos mamíferos, os peixes não têm contato sexual para se reproduzir. Tipicamente, a fêmea põe milhares de ovos na água e o macho despeja o esperma em cima deles para fecundá-los. Entre os peixes-bola, os machos maiores dominam territórios com várias fêmeas. Há outro tipo de macho que vaga pelas imediações e dispara na direção de alguma fêmea que esteja pondo ovos. O terceiro tipo de macho é o mais intrigante. Parece uma fêmea comum e é cortejado pelos machos dominadores. Na hora da cópula, os dois nadam juntos com a fêmea e fertilizam os ovos.

ÉPOCA - Existem animais homossexuais?
Joan - O biólogo americano Bruce Bagemihl catalogou mais de 300 espécies de vertebrados em que é freqüente o contato genital entre indivíduos do mesmo sexo. Talvez, com uma análise apurada, 10% desses casos sejam descartados. Mas o número ainda é expressivo demais para ser ignorado. Há relatos, por exemplo, de carneiros da montanha machos copulando entre si e de fêmeas lésbicas em famílias de pássaros catadores de ostras. Em algumas espécies de aves o homossexualismo é raro, correspondendo a algo entre 1% e 10% dos relacionamentos. Mas em espécies como os macacos bonobos, da África Central, o contato homossexual é tão ou mais comum que o heterossexual.

ÉPOCA - Essa diversidade sexual sugere algo em relação aos humanos?
Joan - A relação é mais filosófica. Ela demonstra que a noção de gênero é bastante fluida na natureza. Logo, não deveria causar surpresa a existência de várias formas de expressão sexual ou mudança de sexo entre os humanos. Não há nada patológico na relação homossexual, porque ela é freqüente na natureza.


ÉPOCA - Se há tantos animais homossexuais ou transexuais por aí, por que levou tanto tempo para os cientistas levantarem esse tema?
Joan - Um dos principais motivos é que, se você não for para o campo preparado para enxergar relações homossexuais, nem as perceberá. Elas podem acontecer embaixo de seu nariz. Em muitas espécies de pássaros e peixes não é fácil distinguir o macho da fêmea. Em geral, quando os pesquisadores observam um casal copulando, simplesmente assumem que são de sexos diferentes. Partem do princípio que o maior é o macho, o menor a fêmea. Poucos capturam o casal e examinam sua genitália. Dá trabalho e pode ferir os animais. Quase sempre, também, significa interferir no comportamento natural daquela espécie, atrapalhando anos de pesquisas. Além disso, apontar o homossexualismo animal significa correr o risco de perder verbas de instituições que financiam sua pesquisa ou ser ridicularizado pelos colegas.

ÉPOCA - Por quê?
Joan - Por causa da homofobia no meio acadêmico. Se um típico cientista branco e heterossexual começa a escrever artigos descrevendo o homossexualismo entre os animais, pode apostar que os colegas vão rir dele. Em seguida, questionarão sua masculinidade. Felizmente, há bastante cientistas gays e transexuais para apontar a abundância de relações homossexuais no mundo animal.

ÉPOCA - O homossexualismo faz parte da evolução humana também?
Joan - É possível que sim. Pesquisei a história da diversidade sexual em nossa espécie e constatei que há relações homossexuais desde a Antiguidade, e em praticamente todas as culturas do planeta. No entanto, a História mostra que as primeiras expressões para definir o comportamento homossexual só surgiram no fim do século XIX. Na Grécia Antiga, as relações entre pessoas de mesmo sexo eram tão corriqueiras que ninguém jamais descreveu isso como uma categoria de comportamento. Não faria sentido, naquele tempo, levantar a mão e dizer: ä sou gay. Se eu estivesse apaixonado por outro homem, simplesmente o namoraria. As opções sexuais não eram parte da identidade da pessoa. Nesse sentido, podemos dizer que éramos mais livres do que hoje em dia.

ÉPOCA - Mas a mudança de sexo é uma novidade moderna, não?
Joan - Na verdade, várias culturas desenvolveram técnicas seculares para operar a mudança de sexo. A comunidade hijra, na Índia, forma uma casta com mais de 1 milhão de pessoas. Cortam o pênis e fazem uma vagina. É difícil distinguir o órgão feminino original. Na Roma Antiga, as sacerdotisas cibelianas eram homens que se transformaram em mulheres. Como não tinham anestésicos, a operação era feita em transe religioso, durante as cerimônias. Mas nem todo transexual precisa se operar. Na Polinésia e entre os índios da América do Norte, o gênero da pessoa não está associado ao corpo, mas à ocupação social. Lembro que no Taiti vi um homem travestido de mulher, fazendo atividades femininas, como cestaria. Ele tinha até barba, mas era socialmente aceito como mulher.

''Há relatos de carneiros da montanha machos copulando e de fêmeas lésbicas em famílias de pássaros catadores de ostras. Em outras espécies, como os macacos bonobos, da África Central, o contato homossexual é tão ou mais comum que o heterossexual.''


ÉPOCA - Como seus colegas de universidade assimilaram sua transição?
Joan - Com cautela. Um dos caras tentou puxar conversa comigo como se eu fosse homem. Não funcionou. Quando minha transição ganhou o apoio de ativistas em todo o país, fiquei mais respeitada no campus. Comecei a ser tratada como mulher. Por outro lado, passei várias décadas vivendo como homem. Mesmo hoje, se alguém olhar para mim por um tempo, vai ver uma mistura de traços masculinos com femininos. É assim que somos.



ÉPOCA - E como as mulheres de seu departamento lidaram com a opção pela transexualidade?
Joan - Algumas achavam injusto que eu tivesse aproveitado minha condição anterior de homem para subir na carreira acadêmica sem enfrentar os preconceitos que uma jovem pesquisadora precisa encarar. Por outro lado, reconhecem as dificuldades de ser transexual. É preciso ter cuidado com a violência contra nós. Todo mês uma mulher transexual é assassinada.

ÉPOCA - Há violência também em San Francisco, o berço gay?
Joan - No centro da cidade, sinto-me segura. Mas alguns dos subúrbios são bastante conservadores. Em geral, o mundo é hostil com os homossexuais. Toda a cultura é ajustada para o modelo hétero. Até os anúncios de TV são feitos para casais de sexos diferentes. Quando você se descobre gay ou lésbica, fica sem referencial. Começa a questionar quais destinos são seguros para viajar ou que tipo de restaurante é adequado. Se um casal hétero enfrenta problemas conjugais, pode recorrer a um aconselhamento matrimonial. Um casal gay, não.

ÉPOCA - É mais fácil sendo transexual? Afinal, você pode se ajustar ao papel social de uma mulher.
Joan - Acontece que, em geral, as pessoas que viram transexuais já vinham se identificando com o gênero feminino mesmo antes da operação. Você é obrigado a amadurecer dentro de um mundo que não o compreende. Em meu caso, eu não tinha como expressar essa minha inclinação sexual. Afinal, nunca fui gay. Aí, então, depois da operação, subitamente, tive de me acostumar a ser uma típica heterossexual. É uma adaptação difícil. Em meu caso, politicamente, faço parte da comunidade gay ampliada. Milito com eles. Mas, agora, sou simplesmente uma mulher comum. Às vezes, isso parece aborrecidamente convencional.


enviada por alexbiologo



29/01/2004 01:16

Sem comentário kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
enviada por alexbiologo



29/01/2004 01:02

Deu a louca nos bichos, olha o que aconteceu com os animaizinhos depois do escândalo da parmalat hahahahahahahahaha
enviada por alexbiologo



28/01/2004 05:08

enviada por alexbiologo



28/01/2004 04:36

Nas várias circunstâncias de nossas vidas, tanto social quanto profissional, estamos sempre nos relacionando com outras pessoas. Nestes relacionamentos, somos sempre alvos de simpatia ou antipatia.

As portas se abrem para nós se somos alvos da simpatia das outras pessoas. Conseguimos o que queremos e nossas pretensões são ouvidas e, na maioria das vezes, atendidas.

Ao contrário, se somos alvos da antipatia alheia, todas as portas se fecham para nós. As oportunidades escapam como areia entre os nossos dedos, e sempre saímos frustrados e decepcionados destas experiências.

Mas como exercitar atitudes assertivas para captar a simpatia das pessoas?

Para atingirmos este objetivo, vêm em nosso auxílio alguns pressupostos importantes de etiqueta, cortesia ou boas maneiras. Conhecendo-os e praticando-os em nosso dia-a-dia, estaremos, certamente, mais aptos a tomar posse de todas as oportunidades de sucesso que se nos apresentam.

Muitos pensam erroneamente que aprender etiqueta se resume a manusear corretamente os talheres e se comportar bem em eventos palacianos. Mas se esquecem das inúmeras "bolas fora" atiradas diariamente por pessoas desavisadas que certamente deveriam ter aprendido o comportamento adequado para não desafinar nas circunstâncias da vida.

Dentre as mais comuns "bolas fora", e as mais perigosas pois já estão incorporadas ao modo de agir de muitas pessoas, podemos destacar:

- revelar segredos
- fazer perguntas sobre assuntos pessoais
- fazer visitas sem avisar
- furar filas
- entrar nos aposentos sem bater na porta
- conversar tocando nas pessoas
- falar sem olhar no rosto do interlocutor ou usando óculos escuros
- usar palito
- mascar chicletes
- bocejar, tossir e espirrar sem colocar a mão na frente
- tocar o doente que está acamado
- falar mal da vida alheia
- abusar de perfume
- fumar no elevador
- interromper os outros para contradizer e dar conselhos
que não foram pedidos
- irritar-se ao ouvir opiniões contrárias
- ser o dono da verdade
- excesso de curiosidade e ou de intimidade
- o uso da franqueza sem o devido tato
- falar cuspindo
- jogar lixo fora do local adequado
- atingir os outros com guarda-chuvas
- prender o elevador
- se despedir dos outros obstruindo portas
- conversar obstruindo as calçadas
- molhar os pedestres passando em poças d´água em dias de chuva
- deixar correspondência sem resposta
- discutir com o cônjuge em público
- roubar a vaga de estacionamento de quem já estava esperando
- falar palavrões
- não usar expressões como:
Bom dia, Boa tarde, Boa noite, Com licença, Obrigado(a) e Desculpe-me.

Se algumas vezes você tem dado chance a estas "bolas fora", elimine-as de vez da sua vida.

Substitua-as pelas dicas abaixo:

Aprenda - humildemente.
Ensine - praticando.
Administre - sendo educando.
Obedeça - sendo prestativo.
Ame - edificando.
Tema - a você mesmo(a).
Sofra - aproveitando.
Fale - construindo.
Ouça - sem malícia.
Ajude - elevando.
Ampare - se levantando.
Passe - servindo.
Peça - com juízo.
Espere - trabalhando.
Creia - agindo.
Confie - vigiando.
Receba - distribuindo.
Atenda - com gentileza.
Coopere - sem apego.
Socorra - melhorando.
Esclareça - com respeito.
Semeie - sem aflição.
Estude - aperfeiçoando.
Caminhe - com todos.
Avance - auxiliando.
Aja - no bem-estar geral.
Corrija - com bondade.
Perdoe - sempre.
enviada por alexbiologo






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